quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Palestra do DMAE

Um estagiario do DMAE fez uma palestra sobre a poluição dos rios e lagos e o tratamento da água na sexta-feira dia 08/08/08, na sala multiuso da nossa escola.
Ele veio para concientizar os alunos da escola sobre os problemas ambientais e pedindo que tomassemos medidas de ajuda. Falou da história do DMAE e como foi a evolução dos modos de tratamento água e mostrando imagens que são muito significativas que mostram as coisas boas e mas da terra e como convivem juntas.
Foi uma palestra muito educativa que mostrou o quanto é importante conservar a água.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

pro-guaiba

A Região Hidrográfica do Guaíba, formada por nove bacias hidrográficas, tem um papel crucial na vida econômica e social do Rio Grande do Sul. Ela abrange 251 municípios, responsáveis por 70% do PIB estadual. Nessa área, que representa 30% do território do Estado, residem mais de seis milhões de habitantes, dois terços da população total do RS.


Esse cenário deu lugar a uma nova realidade com a implantação, em 1995, do Programa de Gerenciamento Ambiental da Bacia Hidrográfica do Guaíba (Pró-Guaíba). A iniciativa foi lançada com o objetivo de estabelecer as condições necessárias para a utilização racional dos recursos renováveis da região hidrográfica, visando a melhoria de qualidade de vida da população. O investimento inicial foi de US$ 220,5 milhões, dos quais 60% financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os outros 40% foram destinados ao programa pelo Governo do Estado. O programa foi elaborado e executado pela Secretaria de Coordenação e Planejamento (SCP) até 2002, passando a ser desenvolvido pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA) desde então.


O Pró-Guaíba, um dos maiores programas de manejo integrado de microbacias financiado pelo BID em toda a América Latina, promoveu a recuperação da Região Hidrográfica, gerando benefícios para a população do Estado. Ao mesmo tempo, conseguiu integrar todos os setores envolvidos com a gestão ambiental no Estado, viabilizando, também, a participação das comunidades. As decisões sobre o tema passaram a ser tomadas pelos Conselhos Consultivo e Deliberativo, formados por Secretários de Estado, ONGS e por membros de entidades representativas da sociedade gaúcha, como Comitês de Bacias Hidrográficas, integrando-se ao Sistema Estadual de Recursos Hídricos, criado em 1994.

O Programa atuou nos principais problemas ambientais nas áreas urbanas, principalmente na Região Metropolitana de Porto Alegre e na Aglomeração Urbana do Nordeste, como na contaminação industrial, disposição irregular de lixo e lançamento de esgotos in natura nos rios e arroios, desenvolvendo programas de coleta e tratamento de esgoto, manejo de resíduos sólidos e controle da poluição industrial. A iniciativa investiu cerca de US$ 116 milhões na construção de três estações de tratamento de esgoto na região metropolitana da capital gaúcha (em Porto Alegre, Gravataí e Cachoeirinha). Essas instalações beneficiam diretamente 542 mil pessoas, possibilitando aumentar para 24% o esgoto tratado em Porto Alegre, representando 18,5% na região metropolitana e 9% em toda a região circunvizinha. No caso das ligações domiciliares, a meta original de 25.839 ligações foi superada.

Outra ação importante foi a elaboração do Plano Diretor de Resíduos Sólidos, com indicação de áreas críticas e soluções para a região metropolitana de Porto Alegre, onde são recolhidas diariamente mil toneladas de lixo. Além disso, foram investidos cerca de US$ 5,6 milhões na construção de aterros sanitários em Gravataí e Porto Alegre, além de duas unidades de triagem de lixo, que favorecem a reciclagem dos detritos, gerando centenas de empregos diretos e indiretos e, conseqüentemente, renda na região metropolitana. A Unidade de Triagem e Compostagem, na Lomba do Pinheiro, por exemplo, gerou 180 postos de trabalho. O local tem capacidade de transformar 10% do lixo de Porto Alegre em composto orgânico para uso agrícola. Com essas ações, Porto Alegre implantou, pela primeira vez, um sistema de coleta seletiva de lixo, resultando numa cobertura de 100% na coleta de lixo seco, o qual é encaminhado às Unidades de Triagem de Resíduos Sólidos.

Para controlar a poluição industrial, o Programa investiu, através da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luís Henrique Roessler (FEPAM), identificando, cadastrando e classificando 32,4 mil indústrias e preparou um plano de ações para eliminar as fontes poluidoras e conceder licenças operacionais. Esta ação proporcionou a redução de até 90% da carga orgânica bruta gerada pelas indústrias mais poluidoras.

Uma rede de monitoramento ambiental permanente também foi implantada na região. O programa investiu US$ 4 milhões na operação de rede de monitoramento da qualidade da água em 88 pontos e 14 poços de águas subterrâneas e na aquisição e instalação de sete estações de monitoramento da qualidade do ar.

Nas áreas rurais, por meio da Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER/RS), o Pró-Guaíba também ofereceu apoio aos pequenos agricultores com financiamento para intervenções em micro-bacias, voltadas para práticas agrícolas adequadas, agroecologia e educação ambiental. Mais de 8.650 famílias em 156 municípios estão sendo beneficiadas por meio de um financiamento médio de R$ 3,4 mil por família, com investimento total de US$ 25 milhões.

Os recursos oferecidos ao agricultor para a compra de equipamentos, práticas de conservação do solo, aquisição de adubos e calcário são financiados em até 4 anos, com 2 anos de carência e juros de 4% ao ano. O dinheiro pago pelo agricultor é destinado um Fundo Rotativo Permanente, possibilitando a contratação de novos investimentos.

Apoiando a conservação da fauna, flora e culturas regionais, o Pró-Guaíba investiu parte dos recursos na implementação de parques estaduais. É o caso do Parque Estadual de Itapuã, uma das unidades de conservação mais ricas em biodiversidade da Região Metropolitana. No local ainda podem ser encontradas espécies raras como o bugio-ruivo, a lontra e o jacaré-de-papo-amarelo.

O Parque Estadual Delta do Jacuí também recebeu investimentos. São 14.242,05 hectares de proteção integral, atualmente inseridos na Área de Proteção Ambiental (APA) Delta do Jacuí, formado por 28 ilhas, que funcionam como uma "esponja", regulando a vazão das águas na época das cheias, assim como preservando a qualidade de suas águas. Entre as ilhas está a da Casa da Pólvora, contendo um complexo de prédios datados de 1.852, que foram restaurados para a uma exposição museológica com aquários, terrários, plantas e animais da Região do Delta do Jacuí.

turístico ao Estado.

O Programa implantou um Sistema de Informação Geográfica que busca o fortalecimento institucional, a capacitação de técnicos e a aplicação da tecnologia de geoprocessamento. O acervo do Pró-Guaíba é considerado o sistema de informação geográfica mais completo do RS, por possuir bases cartográficas em maior escala.

Em 2003, foi desenvolvido o Pró-Siga, um sistema de apoio à gestão ambiental que integra um módulo de geoprocessamento a dados oriundos do Diagnóstico Ambiental e Socioeconômico da Região Hidrográfica do Guaíba, da Consulta Pública e das demandas apontadas nos encontros regionais realizados nas nove bacias e do processo de Participação Popular.

O Pró-Guaíba também investiu US$ 900mil em ações de educação ambiental. Foram promovidos projetos de educação não-formal, como a “Romaria das Águas”, evento que tem como objetivo motivar o uso racional da água, por meio do caráter simbólico atribuído pelos diferentes grupos sociais.

http://www.sema.rs.gov.br/sema/html/proguaiba.htm

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

meu resumo geral

O que aprendi com estes textos é que os movimentos ambientalistas foram criados para ajudar o meio ambiente e o proteger.
Sem estes progetos de ajuda ao meio ambiente haveria o dobro do desmatamento que existe hoje,a situação já esta critica se não ouve sem estes movimentos ambientais não teria nem a metade da fauna e flora que temos hoje.Os movimentos ambientais foram feitos para nos ajudar a proteger a fauna e a flora.
Eu não consegui encontrar onde, como e por que foram criados os movimentos ambientalistas mas consegui entender bem para que servem.

projeto meio ambiente

O Movimento Ambientalista

O pensamento ambiental vem sendo expresso ao longo da história do homem principalmente pelos filósofos e teólogos, a exemplo de Francisco de Assis o santo ecológico. Segundo Herculano (1992), remontam ao século XVI os primeiros questionamentos do homem sobre o meio ambiente, com as grandes navegações e a ampliação das fronteiras mundiais para novos continentes, contrapondo a cultura e a civilização européia aos costumes e a relação com o meio ambiente dos habitantes do novo mundo. A carta de Pero Vaz Caminha ao rei de Portugal no ano de 1500 é um dos marcos dessa dicotomia ambiental. Com a revolução industrial e científica no século XVIII, estabeleceu-se definitivamente um divisor de águas entre a sociedade do homem "desenvolvido" e sua cultura peculiar em contraponto dissonante à Natureza. O surgimento de uma ideologia consumista nas linhas de produção capitalistas, deu origem às primeiras reflexões quanto a atuação danosa do homem sobre a Natureza.

A partir do início dos testes nucleares e as explosões das bombas atômicas sobre o povo japonês, próximo a metade do século atual, é que surge e se organizam os primeiros ambientalistas, chamados alternativos, procurando mostrar ao mundo a possibilidade de estar sob o comando de malucos poderosos, que poderiam explodir o planeta por conta de suas veleidades. Somado a essas, o quase extermínio da águia americana pelos pesticidas agrícolas, a crítica às desigualdades oriundas da sociedade de consumo, além do grande desenvolvimento da indústria bélica e dos estados autoritários, levaram ao crescimento dos movimentos pacifistas que compuseram o surgimento dos hippies, vertente mais doce até hoje surgida no movimento ambientalista.

Outra corrente deste surgiu com os neo-malthusianos embasados na teoria do economista Thomas Robert Malthus, que em 1798 publicou um ensaio pioneiro sobre o estudo do crescimento das populações e como isso afeta o desenvolvimento futuro da sociedade humana. Propunham a necessidade do controle populacional como forma de conter a degradação do meio ambiente e da qualidade de vida. Imputa-se a esse mesmo pensamento a implementação em países subdesenvolvidos nos idos dos anos 70, inclusive o Brasil, de políticas de esterilização de mulheres em comunidades carentes.

Cabe a ressalva que a esterilização não era o pensamento dos ambientalistas, mas o controle racional movido pela consciência de limite dos recursos naturais, como no exemplo clássico dos pastores medievais que levam seus rebanhos a um pasto comunal e a restrição natural ao aumento desses rebanhos, sob pena do esgotamento do pasto e o fim de todas as ovelhas.

Com a pressão do governo da Suécia sobre a ONU, por motivo do desastre ecológico da Baía de Minamata, no Japão, realizou-se em 1972 a Conferência de Estocolmo, uma reunião internacional sobre o meio ambiente. A partir desta surgiram mais duas correntes do pensamento ambientalista: os zeristas e os marxistas. Os zeristas, servindo-se da trincheira do Clube de Roma e com as armas fornecidas pelo relatório de Meadows et alii sobre os Limites do Crescimento, propunham o crescimento zero para a economia mundial respaldados em projeções computacionais sobre o crescimento exponencial da população e do capital industrial como ciclos positivos, resultando em ciclos negativos representados pelo esgotamento dos recursos naturais, poluição ambiental e a fome. Assim previam o caos mundial em menos de quatro gerações. Já os marxistas embasados na contribuição no mesmo ano de Goldsmith et alii e o Manifesto pela Sobrevivência, atribuíam a culpa ao sistema capitalista e ao consumismo da ideologia do supérfluo, provocando a banalisação das necessidades e a pressão irresponsável sobre o meio ambiente, obtendo como subproduto do crescimento industrial a degradação ambiental. Os marxistas franceses a mesma época propõe a mudança do modo de produção e consumo, fundamentados em uma ecologia com ótica socialista, que abandone a produção de gadgets pela produção de bens necessários transformando o trabalho árduo em trabalho criador, reduzindo este para aumentar o lazer cultural e a relação ecológica do homem com o meio ambiente.

Com uma visão universal e baseados em uma compreensão ecológica do planeta, os fundamentalistas deixam de lado o antropocentrismo em nome de uma interpretação ecocêntrica, onde a Terra é um enorme organismo vivo, parte de outro universal e maior, onde o homem é uma das formas de vida existente, não possuindo assim qualquer direito de ameaçar a sobrevivência de outras criaturas ou o equilíbrio ecológico do organismo. Para James Lovelock a Terra é Gaia, nome que dá ao planeta, capaz de reações contrárias às agressões humanas. Segundo nosso entendimento essas reações podem estar sendo refletidas na redução da camada de ozônio em nossa atmosfera, o efeito estufa e o fenômeno "el niño".

Os verdes, surgiram nas eleições de 1983 da Alemanha, com uma proposta de ecologia social contra o consumismo provocado pela alienação das linhas de produção. Suas propostas visam a descentralização para o ativismo ambiental, a reação pacífica, a melhora na distribuição social da renda e uma conduta ética em relação ao meio ambiente(need not greed, ou seja, uma economia verde voltada para as necessidades e não para o lucro).

Complementando a amostragem surge na atualidade os eco-tecnicistas, os chamados "eco-chatos", cuja visão reducionista, otimista e imobilista, acredita na solução dos problemas ambientais através do desenvolvimento científico e da introdução de novas técnicas. Com uma retórica positivista, incorrem numa visão fragmentada e tecnicista, desconhecendo o sentido holístico e ecológico da Natureza.

Fonte: http://www.imoveisvirtuais.com.br/proximo.htm

progeto meu ambiente

Os movimentos ambientalistas foram criados a partir das décadas de 1960 e 1970, devido ao agravamento dos problemas ambientais. Sendo assim, eles surgiram para defender a natureza e atuam por meio de ONGs.

Os movimentos ecológicos, como também são chamados, são divididos em alguns tipos: o conservasionismo, o ecodesenvolvimentismo e o ecocapitalismo. O conservasionismo é o mais radical, a idéia é não utilizar mais os recursos da natureza. Isso é um tanto utópico, já que não podemos regredir no tempo e na tecnologia. Essas idéias que inspiram a ação dos movimentos mais ativistas, como o Greenpeace. Outra idéia é o ecodesenvolvimentismo, que acredita que podemos continuar nos desenvolvendo, mas de forma sustentável. A fundação SOS Mata Atlântica segue essa idéia. Finalmente, o ecocapitalismo que não se preocupa com o futuro. Acredita que devemos continuar a utilizar os recursos da natureza e só tomar decisões em casos extremos.

Atualmente, um dos principais movimentos ambientalistas são: WWF, GRUDE, Greenpeace e Fundação SOS Mata Atlântica. A missão do WWF-Brasil é contribuir para que a sociedade brasileira conserve a natureza, harmonizando a atividade humana com a preservação da biodiversidade e com uso racional dos recursos naturais, para o benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.O GRUDE (Grupo de Defesa Ecológica) tem como missão melhorar a qualidade de vida da população através da defesa e proteção do meio ambiente.

Existem muitas ONGs atuando no mundo inteiro, sendo que muitas atuam no Brasil. Elas alertam sobre os riscos ambientais que ameaçam o planeta e ajudam a estabelecer uma forma de convivência harmônica com a natureza.

O mundo capitalista em que vivemos atualmente está deteriorando o planeta. Essa situação tem que mudar e o primeiro passo já está sendo feito pelas ONGs. Entretanto, enquanto toda a população não se conscientizar, não resolveremos esse problema.

Fonte: http://www.issj.com.br/revista_eletronica/capa.htm

terça-feira, 26 de agosto de 2008

a falta de água

A falta de água no planeta esta cada vês mais critica, á lugares no Brasil que tem que se abastecer com caminhão PIPAS,enquanto aqueles lugares tem falta de água aqui a gente desperdiça água,lavando calcadas,molhando flores,etc.
O estado da falta de água esta ficando cada vês pior, mas ninguém se consientisa disto isto faz tudo se agravar mais.Quase a metade da água do mundo esta aqui no Brasil mas mesmo assim as pessoas continuaim tendo falta de agua.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Aquecimento global é principal tema da reunião do G8


O Globo Online com agências internacionais

Reuters

RIO - A adoção de metas para reduzir as emissões de gases de feito estufa está entre os temas principais da agenda da reunião de cúpula do Grupo dos Oito (G8, grupo dos sete países mais industrializados e a Rússia) que acontece entre segunda e quarta-feira, em Hokkaido, no norte do Japão.

Durante o encontro entre presidentes e primeiros-ministros dos Estados Unidos, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Canadá, Japão e Rússia, além de outros 12 países - incluindo o Brasil -, o foco central está na possibilidade de o governo americano aceitar o acordo para estabelecer metas de redução da emissão de gases de efeito estufa para 2020.

De acordo com o presidente da Comissão Européia que estará no encontro, José Manuel Barroso, sem a iniciativa do presidente americano George W. Bush há poucas chances de progresso até o final do próximo ano, quando países se encontrarão para tentar consolidar um novo pacto de mudanças climáticas da ONU.

" Não creio que os Estados Unidos vão subscrever nossos números e objetivos, mas esperamos que dêem um passo à frente "

- Não creio que os Estados Unidos vão subscrever nossos números e objetivos, mas esperamos que dêem um passo à frente e que o progresso se faça em direção às posições da EU - disse Barroso.

O estudo "G8 Climate Scorecards" (boletim de notas climático do G8), divulgado na semana passada, estabeleceu um ranking dos países do G8 que mais emitem gases de efeito estufa e enfatizou que nenhum deles cumpre promessas sobre corte de emissões .

Leia também: Redução do Aquecimento Global pode custar 45 trilhões de dólares

Últimas resoluções

Na reunião de cúpula do G8 no ano passado em Heiligendamm, na Alemanha, líderes dos países mais ricos concordaram em considerar uma meta global de diminuir pela metade as emissões de gases de efeito estufa até 2050.

Este ano, a União Européia quer que o G8 fixe uma meta de diminuir as emissões até 2020, apesar de oficiais em Bruxelas acreditarem que há poucas chances de administração de Bush aprovar a idéia de uma meta de prazo mais curto.

Os 27 países da UE concordaram em reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 20%, de acordo com os níveis de 1990, até 2020. Afirmaram, também, que chegariam a cortes de 30% se os demais países industrializados aderissem ao esforço durante o acordo global que deveria ser alcançado em 2009.

Os Estados Unidos dizem que estão comprometidos com a luta contra mudanças climáticas, mas se recusa a cumprir os cortes de emissões até que grandes países em desenvolvimento, como China e Índia, aceitem os limites mandatários.

- Não podemos ter um acordo efetivo a menos que China e Índia façam parte dele. É simples assim - disse na última quarta-feira o presidente americano, que participa pela última vez do encontro de cúpula como governante do país.

Leia também: EUA, Japão e Reino Unido criam fundo contra mudança climática

Bush promete posição construtiva sobre clima na cúpula do G8

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